domingo, 6 de junho de 2010

Pôsters italianos de Eclipse!

Bom, desculpa começar assim, mas esses pôsteres parecem marcadores de livro! Tá, eu me empolguei... Tipo, as frases estão bem declaradoras... ;~~
Edward: Eu te amo. Eu quero você. Agora

Bella: Há uma coisa que eu quero fazer antes de perder minha natureza humana.

Novas fotos promocionais!

Lembram dos pôsteres dos Cullen e dos Lobos? Então, foram divulgadas duas imagens desses pôsteres, do Edward e do Jacob, mas sozinhos. ;D


Stephenie Meyer fala sobre a Bree


A Stephenie deu uma entrevista super legal, em que o tema principal é o novo livro da Saga Crepúsculo, que aliás foi lançado ontem, A Breve Segunda Vida de Bree Tanner. Olhem que legal:
Partes de uma entrevista de perguntas e respostar, liberada pela editora Little & Brown, com Stephenie Meyer sobre A Breve Segunda Vida de Bree Tanner.

Bree só aparece em algumas páginas de Eclipse. O que existe no personagem que te fez querer explorar a sua história mais a fundo?

No começo, eu não estava especificamente fascinada por Bree – eram os recém criados em geral. Enquanto eu escrevia Eclipse, havia muita coisa acontecendo por trás, é claro, coisas que Bella não sabia. Porque eu estava focada em Bella, não pude mergulhar muito fundo na história dos recém criados. No entanto, sempre houve em minha mente uma idéia geral do que eles estavam aprontando. Eu tinha que pensar nisso enquanto estava escrevendo a trama: Bella está nesse ponto, os recém nascidos estão fazendo isso. Para manter tudo na linha, eventualmente fiz um calendário dos meses de Maio e Junho – que é tudo com o que Eclipse lida – e escrevi em cada quadro o que estava acontecendo com Bella naqule dia e o que estava acontecendo em Seattle. Então a história dos recém nascidos foi sempre uma grande parte da história de Eclipse. E meio que me deixou triste que não houve nenhuma forma de expressar isso no livro.

Bree é a única recém criada mencionada pelo nome em Eclipse, a única recém criada que tem contato com os Cullen (tirando o fato de terem sido mortos por eles), e a única recém criada que encontra os Volturi na clareira. Ela vive mais, então é a narradora que pode contar a história inteira. Ela foi uma escolha natural para contar a história dos recém criados. Uma vez que comecei a escrever pela perspectiva dela, ela realmente veio a vida. Então, enquanto o fim inevitável chegava perto, era realmente depressivo ir em frente. Foi mais difícil matar Bree do que qualquer outro personagem de ficção que já matei, mesmo que estivesse a matando pela segunda vez. (Antes de Bree, o mais triste foi Walter em A Hospedeira.)

Por que você sente que é importante que as pessoas leiam a história de Bree antes do lançamento de Eclipse?

Eclipse é contado apenas da perspectiva de Bella. Tem algumas limitações; quando há tanta coisa acontecendo fora da cena (por assim dizer), deixa um monte de mistérios. O filme tem a vantagem de ver a história de fora da cabeça da Bella. Quem assiste pode ver coisas – como os lobos caçando Victoria em Lua Nova – que o leitor apenas tem vislumbres. De todos os livros de Crepúsculo, Eclipse é o que tem mais coisas acontecendo fora da visão da Bella. Para o filme funcionar, nos temos que ver e entender algumas dessas coisas.

Sabendo que os elementos da história de Bree foram incorporados no filme, eu esperava que a história pudesse de alguma forma sair antes. Pessoalmente, eu sempre quero ler um livro antes de ver o filme. Eu gosto de fazer minhas próprias figuras mentais antes que as figuras de alguma outra pessoa chegue. Provavelmente a maioria dos meus leitores não tem a mesma idéia, mas para aqueles que tenham, eu quis dá-los a chance de criar suas próprias figuras mentais da Bree e da gangue.

Que ordem você recomendaria para alguém que leia A Saga Crepúsculo com a adição de A Breve Segunda Vida de Bree Tanner? Eles deveriam seguir Eclipse com o romance ou terminar Amanhecer antes de se acabarem nas páginas de A Breve Segunda Vida de Bree Tanner?

Se eu fosse ler a saga pela primeira vez, provavelmente leria a história de Bella inteira antes de me lançar em outras perspectivas.

Por que você escolheu a Cruz Vermelha Americana como o seu recepiente de doações de caridade das vendas de A Breve Segunda Vida de Bree Tanner?

Eu fiquei muito comovida com o apoio depois do desastre do Haiti. Várias comunidades de fãs de Crepúsculo fizeram um esforço de arrecadar fundos. Eu quis continuar o movimento. Acho que é importante que não esqueçamos o Haiti e o Chile tão rapidamente agora que eles não estão mais como o foco da mídia. Leva um longo tempo para se recuperar de uma devastação assim e eles ainda precisam de nossa ajuda.
fonte: www.foforks.com.br

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Noite Chuvosa

Gentee, escrevii essa fanfic para mandar para o Foforks, mas como ela ultrapassou o número máximo de linhas permitidas e quando eu vi, já tinha acabado o prazo de envio, eu acabei não enviando... Mas aqui está ela, e acheii que ficou bem legal! (: Espero que gosteem! Ah, comeentem! ;D

noite chuvosa


Era de noite. Eu estava com papai vendo um filme de terror, de vampiros. Que ironia! Estava tudo errado: vampiros dormiam em caixões e o sol os queimava... A única coisa que estava certa eram os olhos vermelhos. Bom, estava certa apenas em parte, pois vampiros "vegetarianos" têm os olhos dourados...

Chovia muito, e Bella estava na rua. Estava visitando o vô Charlie, e logo logo ela estaria chegando. Minhas previsões estavam corretas, pois nesse momento ouvimos batidas na porta.

- Deve ser a mamãe - eu disse para Edward. - Mas ela não tem a chave de casa? - fiquei intrigada... Bella nunca batia na porta, ela sempre entrava usando sua chave...

- Ela deve ter esquecido a chave - papai respondeu, levantando do sofá e indo em direção à porta. Como a chave já estava na fechadura, ele abriu a porta rapidamente, para mamãe não se molhar. Ela entrou e deu um abraço apertado em Edward. Papai estava de costas para mim, e eu podia ver o rosto de mamãe. Seus cabelos estavam molhados, e seus olhos, vermelhos.

Tentei alertar papai, mas ela foi mais rápida. Num piscar de olhos, seus dentes já estavam no seu pescoço, e em mais um piscar de segundo, o corpo de Edward caia desfalecido no chão. Bella olhou para mim e deu um sorriso, mostrando seus caninos longos e afiados, com sangue escorrendo de sua boca. O sangue de um vampiro. O sangue de papai.

- O que você fez com ele? - não a chamei de mãe. Decididamente essa criatura não era minha mãe.

Virei-me em direção à escada, para tentar fugir desse monstro. Gritei, para alertar o resto da nossa família, mas não ouvi resposta alguma, ninguém veio me ajudar.

- Já acabei com todos eles, filha. - ela me disse, com uma voz totalmente diferente. Parecia ser outra pessoa...

- JAKE! - gritei chorando, correndo agora para a porta, para sair de casa. Bella não me impediu, foi andando calmamente atrás de mim. Eu estava na chuva, correndo para a floresta, gritando por Jake. Ele ia me salvar, eu sabia disso.

- Você acha que ele ainda está vivo? Os primeiros que matei foram aqueles lobisomens nojentos e fedidos. Seu namoradinho implorou por misericórdia, parecia um bebêzinho desesperado. Você é muito mais esperta que ele. Você sabe que eu não sou mais sua mãe. Ele não. Até o último momento disse que a Bella "dele" não faria isso, que a Bella "dele" não era assim.

- Você matou o Jake? - não, não podia parar para conversar. Ela havia matado Jacob, e toda a minha família! Não, não podia mais nem mesmo fugir. Tinha que enfrentar essa coisa.

Virei-me, e encarei-a nos olhos. Olhos vermelhos, em nada parecidos com os de minha mãe. Foi aí que senti que não havia mais o escudo que sempre acompanhava Bella, que sempre a protegia. Ela não estava imune ao meu poder, bastava eu tocá-la e ela estaria perdida no meu mundo de ilusões e lembranças.

Corri, ia bater fortemente contra ela. De repente, ela não estava mais lá. Estava atrás de mim, com a mão no meu ombro.

- Você pode se tornar igual a mim, podemos ser poderosas. Filha, sei que você quer ser forte, por que não?

Esse foi seu erro.

- Eu não sou com você! - dei um tapa em seu rosto - E nem quero ser! - antes que ela pudesse reagir, coloquei minha mão na sua testa, pondo na sua mente um vazio, fazendo com que ela ficasse inconsciente, para sempre.

Fiquei chorando sobre seu corpo caído no chão, ficando cada vez mais molhado por causa da chuva que não parou nem mesmo para o nosso confronto. Eu havia matado minha mãe. Escutei vozes me chamando, parecia ser de... Não, não era possível. Papai havia morrido. Olhei em volta, procurando a origem da voz. Nada.

- Renesmee, Renesmee, acorde. - Papai disse, me despertando. Você estava tendo apenas um pesadelo, eu vi tudo. Aquilo nunca vai acontecer, está bem? Eu te amo.

- Também te amo, pai. - respondi, abraçando-o.

Durante nosso abraço de pai e filha, escutamos fortes batidas na porta. Era mamãe, pronta para se juntar ao nosso abraço, dessa vez com os olhos dourados.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Site de Reunião Sombria!

Bom, gente, eu vii lá no Vampire Diaries Brasil uma notícia que o hotsite de "Reunião Sombria" já estava funcionando, e eu até o acessei, mas achei meio estranho... Acho que é uma outra série de livros, e não o 4º livro de Diários do Vampiro... Mas aí está, deixem a sua opinião! ;D

Solitário - Capítulo 60: Saltitante

Fui para a Filadélfia. Não havia muito que se fazer por lá, mesmo que a paisagem fosse extremamente bonita. Os campos aqui pareciam ser bem mais saudáveis do que em qualquer outro lugar que já tinha visitado.

Garoava e uma tempestade estava por vir.

Eu já tinha perdido a vontade de visitar a casa do tal escritor, então resolvi caminhar, conhecer os cantos da cidade.

Não demorou muito e a tempestade castigou os que andavam desprevenidos na rua, assim como eu. E isso me deixava à vontade.

Mesmo sendo dia, e a luz quase inexistente por conta da chuva intensa, eu estava com uma sensação estranha. Eu me sentia como se algo fosse ocorrer, mas eu estava cansado de lutar. Se meu destino fosse morrer, eu me entregaria e não iria contra.

Ficar na chuva estava começando a me deixar desconfortável demais. Os pingos de chuva batiam forte em minha pele resistente, e isso incomodava. Além de que, a maioria das pessoas já tinha entrado em suas casas ou procurado algum abrigo.

Eu estava chamando a atenção no meio da rua em meio a uma tempestade.

Olhei para os lados, mas não havia nada demais por lá. No entanto, fiquei curioso por um local que tinha um grande letreiro com o nome do local em letras cursivas antigas – mais especificamente, as que eu aprendia quando pequeno.

Era um restaurante. Mesmo que eu não comesse nada por lá, eu precisava de um abrigo. Precisaria me controlar também, mas eu daria um jeito nisso. Resolvi entrar lá.

O ambiente era pequeno, escuro e vazio. As janelas e o chão não eram limpos há um bom tempo, e eu acredito firmemente que isso podia ser um dos motivos pela falta de clientes...

Para minha sorte, a pouca luz que entrava não interferia na minha cintilante pele. Ela também acabava que por favorecer a cor escura – o vinho escuro – de meus olhos. Em “dia normais”, os tons avermelhados seriam chamativos demais.

Os tons de vermelhos eram contrastantes com a tonalidade de minha pele, e com isso, pode se ter certeza de que éramos a atração da cidade. Quanto mais vívido, mais estranhos seríamos.

Mas, graças ao meu pouco senso de humanidade, minhas pupilas estavam escuras. Para um humano, eu teria certeza que meus olhos seriam castanhos escuro.

Despreocupado com o que poderia me acontecer justamente neste fim do mundo, uma pequena senhorita pulou de um banco de lá do canto assim que me viu. Confesso, fiquei chocado com a sua atitude.

Quem pularia tão feliz assim quando vê um desconhecido?

Eu não tinha a resposta, então tentei lembrar sua fisionomia. Ela poderia ser alguma pessoa que eu já tinha encontrado uma vez, e eu é que não me lembrava dela... Eu já tinha esquecido tanta coisa e me lembrado de tantas outras, ela poderia ter sido uma dos infelizes da qual não me recordei...

Ela, no entanto, tinha certeza da direção. Ela viria até mim. Ela estava vindo até mim...

Aquilo me preocupou. Quem era ela? Será que eu tinha atacado algum companheiro dela e agora ela estava querendo vingança?

Mas... Poxa, justo agora?! Aqui?!

Se nós dois começássemos a brigar, tenho a certeza absoluta de que seria uma carnificina. Dois vampiros não conseguem se conter em uma luta quando o amor está em jogo. Vampiros podem ser extremamente cruéis, se quiserem... E eu sabia como ser, infelizmente!

Ela continuava em minha direção, e em cada passo que ela dava, parecia que estávamos em câmera lenta – aquele efeito que as pessoas fazem nas telas do cinema, sabe?!

Comecei a analisá-la. Ela não tinha feições bravias ou o físico de alguém que lutaria em uma batalha. Ela era delicada demais para uma brutalidade como essas... E em sua expressão não havia algo sério ou de alguém bravo. Ela estava... sorrindo!

Mas... como?! Ela sequer me conhece! E eu nem a conheço!

Como alguém pode agir assim, tão confiante? Ela estava otimista com tudo aquilo, ela sabia de coisas que eu, provavelmente, não sabia...

Será que ela sabia que eu era o Major? Será que ela era de Houston e finalmente veio me desmascarar?

Mas que inferno isso! Eu não tinha respostas para minhas próprias perguntas!

Entretanto, ela era linda! Majestosa! O seu sorriso brilhava na escuridão do restaurante como se fosse a Lua.

Deus, ela era realmente linda e cativante! Aquilo também me chocou, pois eu passei muito tempo até ver o sorriso no rosto de uma vampira totalmente desconhecida por mim.

Obriguei-me a sair do dos pensamentos, e ela então parou à minha frente. Ela era mais baixa do que eu, e aparentava ser uma bonequinha de porcelana.

“Você me deixou esperando por tempo demais” ela disse toda otimista. A sua sinceridade me deixou pasmo! Ela falou de um jeito como se nos conhecêssemos há anos...

A beleza dela era literalmente atordoante. Demorei um curto segundo para obrigar meu cérebro a formular uma frase sem gaguejar, mas creio que o que eu disse foi meio que automático. Foi sem pensar...

Eu estava cego por ela, não existia mais ninguém naquele local para mim...

“Desculpe, senhora!” tentei ser gentil com ela – eu queria agradá-la, cortejá-la.

Ela estendeu a mão, que a peguei sem pestanejar e lhe dei um beijinho na palma. Pela primeira vez em minha vida pós-morte, desde a minha transformação para vampiro, eu sinto o que é a esperança. O que eu sentia antes, ou pensava sentir, não passava de meros sussurros.

O seu aroma, a textura de sua pele... Deus!Eu estava completamente apaixonado por uma desconhecida.

“Desculpe-me a falta de educação, mas sou Jasper...”

“Whitlock, sim, eu sei!” – ela estava realmente feliz. “Sei de muitas coisas e tenho de falar tudo a você, mas sei que iremos ter um tempo para nós antes!” – ok, a bonequinha me deixou completamente confuso.

“Eu não... não entendo!”

“Você é vampiro há quanto tempo? Parece que te procuro há taaanto tempo. Você realmente demorou!”

“Ah... Desculpe-me, senhorita.”

“Ah, está tudo bem. Quer sentar para conversar?” – ela estava me convidando para sentar e conversar com ela, e para minha sorte, eu era um vampiro que tinha pelo menos o mínimo de auto controle. Se eu fosse humano, tenho certeza que não conseguiria mover nem um músculo.

“Sim, claro!”

Fomos para uma mesa, e então puxei a cadeira para que ela se sentasse. Ela agradeceu, se virou delicadamente e se sentou, os cotovelos apoiados na mesa.

“Então...” tentei encontrar algum assunto em minha mente para conversar com ela, mas ela estava tão feliz que aquilo estava me deixando em êxtase. Eu estava ficando tão feliz quanto ela... Organizei meus pensamentos e então decidi que iria perguntar a ela o seu nome e sobre o que ela tinha me dito antes, sobre estar me esperando, os assuntos ainda a serem contados e o tempo que passaríamos juntos.

“Sobre o que você quer falar primeiro?”

Ok, ela era linda, magnífica, mas estava me deixando confuso...

“Mas, ah, desculpe-me, mas como faz isso?”

“Eu tenho um dom, e sei que você também tem um!”

“Bem, sim, eu consigo controlar as emoções, os sentimentos...”

“Sim, e isso é tão legal quanto o meu.”

“Obrigado, mas eu poderia saber qual é o seu? Estou curioso!”

“Eu consigo ver o futuro a partir das decisões tomadas!”

“Ah...” – eu ainda estava confuso.

“Quando as pessoas tomam decisões, eu consigo ver o futuro delas. Mas isso só acontece quando elas realmente decidem. Quando elas estão em dúvida ainda, tenho apenas reflexos...”

“Uau!”

“Sim...” ela disse envergonhada, o que a deixava mais graciosa ainda...

“E sobre as outras coisas? O que você sabe?”

“Você quer dizer, como eu sabia de você?” ela propôs.

“Bem, eu acho que sim...” lhe respondi incerto.

“Eu tive uma visão de você anos atrás procurando por um lugar realmente seu. E aconteceu que você só foi se distanciando deste local, mas mesmo assim, você decidia ir lá algum dia, seja lá onde esse local fosse.”

“E você soube de mim assim? Procurando pela minha casa em Houston?”

“Sim, você procurava sempre algo, mas nunca ficava perto. As coisas nunca foram boas para você, mas, no fundo, você acreditava que as coisas poderiam melhorar... Antes de você decidir encontrar sua casa, voltar a Houston, como você disse, você estava muito triste, e isso me magoava muito...”

Deus, eu estava magoando esta pobre e pequenina deusa. Eu era realmente um monstro acima de todos os outros existentes no mundo! Eu era o rei monstro, e eu me puniria de alguma forma por causar-lhe dor.

Ela parou de falar e ficou olhando para o nada com os olhos abertos enquanto eu pensava. Fiquei preocupado, eu não queria machucá-la mais ainda...

“Nem pense nisso, Sr. Jasper Whitlock. Não vê que a dor mais excruciante é saber que não tenho você por perto?”

Ok, se antes eu já me sentia completamente apaixonado por ela, agora eu sabia que meu mundo também girava em torno dela.

“Desculpe-me!”

“Você pede desculpas demais, sabia?!” ela disse em tom de ofensa.

“Desculpe-me.”

“Como?”

“Ah... err... então...”

“O que mais quer saber antes de partirmos em viagem?”

Comecei a pensar, e então quando fui falar, ela roubou a cena.

“Sim, sim... Me esqueci! Sou Alice!”

Alice... Até o nome era angelical, perfeito!

“O que mais, Jasper?”

“Você é vampira há muito tempo? Por quanto tempo realmente me esperou? Te fiz esperar muito?”

“Você já sofreu muito, Jasper, e eu sinto muito por isso, mas eu sei que as coisas melhorarão pela frente. Seremos muito felizes juntos, então pare de se preocupar, ok?!”

“Ok, obrigado pelas palavras confortadoras...”

“Eu sabia que você gostaria delas” ela disse e me deu um sorrisinho esperto. “Sou uma vampira há algum tempo já, há uma ou duas décadas, e venho viajando desde então. Mas, ao contrário de você, não me lembro de minha família, amigos, ou até mesmo quem me transformou!”

“Sei, às vezes a memória se apaga facilmente mesmo. É assim que funciona a mente humana.”

“É, mas gosto mais da vida dos vampiros!” ela estava empolgada novamente. “Podemos fazer coisas magníficas...”

“Corremos muitos riscos também...”

“Mas vale a pena! Ou vai dizer que não?!”

Preferi não responder, até agora, minha situação não tinha me favorecido muito.

“Ok, então esquece tudo. Tenho coisas a lhe contar!”

“Sobre o quê?”

“Sobre nós e o nosso futuro!”

“Hmmm... E o que será de nós, Alice?” – minha fadinha de porcelana. Eu a chamaria assim mais para frente, daqui algum tempo...

“Gostaria de ser chamada assim desde já! Pode ser?”

“Ah, sim...” – eu estava me esquecendo de seu dom. Ela era linda demais, e aquilo estava realmente tirando o chão de meus pés. Eu não estava mais funcionando muito racionalmente... Espero que ela compreenda se eu disse algo errado... “Alice, minha fadinha, o que você tem a falar sobre nós?”

“Adorei ser chamada assim, Jazz... Posso te chamar assim, não é?!” – confirmei com a cabeça. Eu realmente tinha gostado da nossa relação, afinal, ela me amava e eu a amava, mesmo que nós apenas nos conhecíamos há alguns minutos...

Acabei rindo com tamanha alegria que ela estava sentindo. Eu jamais teria coragem para manipulá-la. Eu seria a pessoa mais sincera, honesta e dedicada com ela. Enfim, seria a melhor pessoa para ela.

“Então, eu sei que iremos ficar juntos e também sei que há alternativas para nossa vida de vampiros!” – como? O que ela disse? Vida alternativa? Há! Sei! “Há uma família de vampiros liderados por um rapaz de feições jovens e cabelos claros, mais claros que os seus, e ele se chama Carlisle Cullen. Sua família é diferente de todas as outras...”

“E... bem, você espera que façamos o quê com ele?”

“Nos juntaremos a eles!”

“E isso dará certo?”

“Olhe, eu sei que há muito dúvida ainda a respeito disso, mas eu sei que dará, mais cedo ou mais tarde!”

“Bem, se você diz, eu confio plenamente!”

“Adoro quando você fala assim!”

“Posso falar assim o quanto você quiser minha fadinha!”

“Ai ai...” ela suspirou.

Fomos nos aproximando inconscientemente, e então quando estávamos quase nos beijando, um relâmpago cortou o céu. Isso a assustou, e então ela ficou envergonhada.

Eu não deixaria que ela se reprimisse comigo, não seus sentimentos. Eu prometi a mim mesmo ser a melhor pessoa para ela, e eu senti que, nesta hora, o que ela precisava era de proteção.

Passei meus braços por seus ombros, e a acomodei em meu corpo. Pude sentir sua pele macia no braço e o cheiro floral do shampoo de seu fino e delicado cabelo.

Ela era tão delicada, no geral...

Ficamos ali naquela mesma posição por alguns minutos. Nem eu, nem ela, queríamos que aquele momento acabasse. Por fim, ela decidiu que estava na hora de continuarmos a conversa.

“A tempestade já está para passar, então preciso lhe falar uma última coisa!”

“Pode dizer o que quiser, minha bonequinha!” – ela fez careta. “Fadinha?” – ela ficou imensamente feliz.

“Eu sei que você vai estranhar, mas vai se adaptar ao estilo de vida com o tempo. Será difícil, mas conseguiremos juntos!”

“Bem, você está me deixando muito curioso!”

“Os Cullens são diferentes porque vivem de uma forma diferente!”

“Hmmm... Isso quer dizer...?”

“Isso quer dizer que eles vivem como se fossem humanos, eles conseguem interagir e tudo o mais, e não os atacam.”

“Isso é... isso é bom, muito bom, para falar a verdade!” – eu estava realmente feliz por tê-la encontrado! Alice, minha fadinha contente! Eu estava adorando repetir seu nome, mesmo que mentalmente. “Acredita que funcionará com... com... enfim...”

“Com nós dois dará certo, só levará um certo tempo.”

“E como eles sobrevivem?”

“Animais!”

“Animais?!” – sabe que eu nunca tinha pensado neles?!

“Sim, veados, ursos, leões... Cada um deles tem uma preferência em especial, outros não.”

“E, bem, eles conseguem ficar... bem?!”

“Sim, até demais!”

“Bom, então, se você diz que será bom para nós ficarmos lá com eles... Eu concordo!”

“Ah, obrigada, Jazz... Obrigada por ser tão carinhoso comigo assim, também... Isso é tão novo para mim!”

“É tão novo para você quanto é para mim! O que eu pensei ter sentido antes, na verdade, não foi nada em comparação com o que sinto agora! Eu... eu... eu te amo!”

“Sim, eu também te amo!”

Ela fechou os olhos, e então nos aproximamos novamente. Desta vez, nenhum relâmpago interromperia o nosso momento!

Toquei seus doces lábios, e senti que estava no céu. Alice, minha fadinha, também era agora o meu paraíso!

* * *

Ficamos ali sentados até a tempestade passar. Eu não queria que ela corresse riscos, mesmo que seja de apenas chamar a atenção. Agora ela era o amor de minha vida, e era minha responsabilidade cuidar de seu bem estar.

Começando desde já, olhei para ela, ainda meio que absorto no que acontecia lá fora, e então dei o veredicto final.

“Está na hora de irmos!” disse já me levantando.

“Sim” ela pegou em minha mão e levantou, “temos de ir e você tem muito a me ensinar ainda!”

“Sim, e lhe ensinarei tudo que sei! Absolutamente tudo!”

Ela sorriu, e aquilo pagou por tudo o que houve ou deixou de acontecer em minha vida.

Caminhando tranquilamente para a saída do restaurante, senti que, finalmente, minha existência tinha um sentido! Eu estava com a minha fadinha, que estava toda saltitante!

Saímos do restaurante e fomos para um hotel que Alice diz viver. No caminho, ela disse que teríamos de comprar roupas novas, não só para mim, mas para ela também. Além, lógico, de sapatos, malas, bolsas, um carro...

Agora eu me encontrava otimista por saber que eu tinha toda a eternidade para passar ao lado de Alice, minha fadinha saltitante!

Eu estava com o meu amor, a essência de minha vida, e nada mais a tiraria de mim! Se algum dia isso acontecesse, eu não sei quanto segundos mais eu conseguiria suportar! Ela era a minha vida, agora e para sempre!

Para Rose ;D

Rose disse...

Luuuuucas

Ameeeeeeeeeeeeei as capinhas!
Amei msm!

Lindas as duas... só tem um probleminha.... Não é só eu e a Alice que escrevemos essa fic... é todo o povo... Todos ajudam com partes e então fazemos sempre os capitulos no msn...

Mas é fato: ameeeeeeeeeeeeiiii!!!
Você está de parabéns!!!

Podemos postar no Castelo alguma delas???
Faremos uma votação entre nós, se vc nos permitir!!!

Beijinhos

Rose disse...

Reparei agora...

Não tem mais enquete pra votar Lucas... Tira o escritinho que fica rolando aí!

Hahahahah

Beijinhos

Que bom que você gostou, Rose! :D :D :D

Ah, descuupa... ;ss Mas pode tirar os nomes siim, aí tira o meu tambéém, que senão vai ficar meio deslocado lá o meu nome, do nadaa... ;D

E é claro que vocês podem postar elas no blog de vocês! Eu fiiz elas pra vocêss! ;DDD

E valeu pela dica, vou tirar aquilo siim! Eu nem tinha notado aquela fraase! ;ss

Valeu por comentaar! ;D

Bjooos'

Para Patty ;D

Patty disse...

Amei!

Patty, quanto tempo que você não aparece por aquii! Taava com saudaades! Táá, eu te vii hoje... ;~~

E valeu por comentaar! ;D

Bjooos'

Para Vivi ;D

Vivielen Vendramini disse...

Ah.. eu achei bunita a foto... ahahaha
ela tá com cara de boneca, repara só!

ahahhaahah

viu, eu chorei por tanta coisa no ultimo livro do HP que nem lembro se eu chorei pelo Dobby... mas eu sei que eu chorei (e muito) pelo Dumbledore... me deu uma agonia saber que ele num iria estar mais lá!
Nooosssa,... ahahahahaha
bateu o desespero... ahahaahahah

eu viiiiiiiii... caraaaa, as meninas vão começar semana que vem com nova fic! (começar a semana não, pq vai ser de fds né...)
Mas eu tbm to iper mega power bluster up over curiosa!!!!

ahahahaha

brigada pelo elogio da matéria... mais pra frente eu faço algo complementar...

e das capinhas... eu ameeei... vc é bom no photoshop heim.. ahahahahaaha

Bjssss

É verdade, ela tá com cara de boneca mesmo! (: Achei ela parecida com uma vampira lá de um filme, Anjos da Noite, já viu ? (;

HUAHAUHAUA', eu choreii com a Edwiges! Achei aquilo muito triste, mesmo! ;// Já com o Snape, com ele não chorei não, mesmo sabendo de tudo depoiis... ;s E o Dumbledore, tipo, eu não lembro... ;ss Mas eu fiquei muito chocado com a morte dele, disso eu lembro! ;//

Eu também tô super curioso! *---* Essas fics novas prometeem! :D :D :D

HAUHAUHAUA', valeuu! ((: Só seii o básico mesmo, maas eu me viiro! ((;

HAUSHUAHSA'

Valeu por comentaar! ;D

Bjooos'