sexta-feira, 12 de março de 2010
Clip de Telephone!!!
Oi gentee! Foi divulgado o clip da música Telephone, da Lady Gaga e da Beyoncé, e o clipe ficou muito legaal! Assistam só:
Lua Dourada - Capítulo 5: Alice
Anos se passaram e até me acostumei com essa minha nova vida. Logo meu melhor amigo, Peter, deixou nosso clã junto com sua amada, Charlotte. Outros de meus amigos também faziam como ele, e Maria tinha que criar mais alguns de nós. Mas ela deixava alguns irem sem insistência em ficar, dizia que era melhor que eles fizessem o que queriam, pois um soldado sem entusiasmo não é um soldado útil.
Eu já podia sentir, logo seria minha vez. Queria sentir a única coisa que não havia sentido em minha vida humana: amor. E até agora eu também não tinha sentido esse sentimento durante minha vida de vampiro. Parecia que eu vivia apenas para guerrear, as cicatrizes já se encontravam em todo o meu corpo. Os olhos humanos não as viam, mas os meu sim. Apenas o veneno de vampiro deixa cicatrizes em nossa pele dura como mármore...
Lucy e Nettie já haviam abandonado também o nosso clã: Lucy havia encontrado sua alma gêmea, um vampiro canadense que estava de passagem por aqui. Já Nettie não teve tanta sorte. Há um ano atrás, durante uma guerra, foi estraçalhada por outros vampiros por atacar sozinha o "rebanho" deles. Maria não se mostrou triste por momento algum, e Lucy provavelmente ainda não sabia dessa notícia, pois estava viajando pelo mundo com seu marido, e creio que ela jamais voltaria para cá.
Estava sentindo falta de alguem para conversar, pois Maria andava muito ocupada com novas estratégias e eu não tinha mais amigo algum dentre os vampiros do clã. Até que um dia eu decidi:
- Maria, vou deixar seu clã. Vou procurar o meu lugar no mundo. - concentrei-me totalmente nela, fazendo com que ela apenas dissesse:
- Claro, Jasper. Você pretende partir quando? - diferentemente do que pensei, ela nem sequer piscou, talvez fosse por causa do meu poder concentrado nela.
- Hoje mesmo - respondi. - Agora mesmo.
Maria veio na minha direção e me abraçou, e disse apenas:
- Quando precisar de mim, me chame. - e virou as costas para mim. Eu podia sentir que ela estava um pouco magoada, mas eu tinha que fazer isso. Virei-me para o norte, o sol estava se pondo no horizonte. Era a hora. Agora eu poderia andar livremente sem o sol, e lá estava eu. Correndo para noroeste.
* * *
Em minha viagem encontrei Peter e Charlotte, que eram eternamente gratos a mim por deixá-los fugir, enquanto Maria havia pedido a mim que os destruísse. Apesar de minha velocidade superior, deixei-os partir e Maria ficou furiosa comigo durante algum tempo.
Viajei alguns anos com eles, mas logo fiquei com depressão. E sabia que para me livrar dela teria que abandoná-los. Disse adeus a eles e parti novamente.
Eu tinha um pressentimento que se viajasse sozinho, a depressão iria desaparecer, e iria acontecer alguma coisa. Parei de pensar e apenas corri.
* * *
No dia seguinte, eu ainda estava correndo. Comecei a sentir um cheiro peculiar, tão doce, que podia ser apenas de outro de nós. Mas era uma fragância tão leve, que decidi parar para esperar ele chegar até mim. Eu sentia que ele estava vindo para cá.
Fechei os olhos e me concentrei no meu poder. Sentia um humano triste ao sul, e acalmei ele um pouco. Logo encontrei esse vampiro com meu poder, e percebi como estava alegre. Estava sozinho. Havia começado a chover.
Corri em direção à Philadelfia, com a tempestade em meu encalço. Entrei em uma lanchonete para manter as aparências, pois ninguém em sã conciência ficaria andando na chuva. Meus olhos estavam escuros o bastante para disfarçarem minha verdadeira identidade, mas isso significava que eu estava com sede. Isso me preocupou um pouco.
Da lanchonete que entrei vinha aquele cheiro doce. Ela estava meio vazia, mas logo percebi a origem do perfume. Foi a primeira vez que eu a vi.
Era a vampira mais linda que eu já havia visto: era baixinha e ao mesmo tempo imponente, mas parecia frágil. Tinha os cabelos curtos e negros, a pele mais pálida do que a de Maria. No seu rosto havia um sorriso enorme, e logo também me senti feliz. Eu acho que havia me apaixonado. Pulou do alto do balcão e veio na minha direção.
Isso me chocou, pois não sabia se ela iria atacar, mesmo parecendo inofensiva para mim. Logo descartei essa possibilidade, pois o sorriso no seu rosto não confirmava minhas suspeitas. E as emoções que emanavam dela, apenas alegria, uma felicidade crescente enquanto vinha para mim.
- Você me deixou esperando por muito tempo. - ela disse. Sua voz era a mais doce que eu já havia escutado, e seu sorriso estava cada vez maior.
- Eu lamento, madame - respondi abaixando a cabeça para cumprimentá-la. Ela levantou a mão, e sem me dar conta do que eu estava fazendo, beijei-a. Pela primeira vez em um século, senti esperança. Esperança de uma nova vida, de uma vida com um amor de verdade.
Senti também que ela estava aliviada. Nossos rostos se aproximaram e nos beijamos.
Isso nunca havia acontecido comigo antes, mas quando seus lábios tocaram nos meus esqueci tudo a minha volta. Eu via apenas ela. E ela apenas me via. Tinha a pele gelada como a minha, mas para mim parecia normal, porque estávamos na mesma temperatura.
- Meu nome é Alice - disse ela, logo depois do beijo, olhando-me nos olhos. Eu estava sem palavras.
- Eu... - tentei falar, mas ela logo me interrompeu:
- Eu já sei o seu nome, Jasper. - Como ela sabia o meu nome, se nunca havíamos nos visto antes? - Eu te amo. - Disse-me carinhosamente.
- Eu também - foi a única coisa que consegui falar.
- Eu também já sei isso. Nós vamos ficar juntos, para sempre! - Alice disse para mim, alegremente. Nela, eu tinha certeza que podia confiar.
- Para sempre - concordei.
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Lua Dourada
Harry Potter E O Último Horcrux - Capítulo 02: A Vila
Rony decididamente divertia-se tanto quanto o pai, no que dizia respeito a descobrir o mundo trouxa. Harry Potter sorria pouco atualmente, mas não pôde evitar um dos grandes enquanto observava o amigo com o nariz grudado na janela do ônibus trouxa, em uma atitude nada discreta, e Hermione, revirando os olhos a seu lado.
- Ronald, por favor! – Esganiçou-se ela – A idéia ao usarmos transporte trouxa era passarmos DESPERCEBIDOS!
Harry, sentado do outro lado do corredor, assistiu às orelhas do amigo tornarem-se tão vermelhas quanto seu cabelo. Ron sentou-se direito no banco, resmungando algo que soou como “mandona”. Mione bufou, enquanto voltava a enfiar o nariz no livro “Feitiços Ultra avançados, porém silenciosos” que era sua bíblia, desde o começo da viagem.
Viagem? Não. O termo viagem lembrava algo agradável e prazeroso. Nada disso tinha a ver com a jornada para qual ele e os amigos haviam partido dias antes. Harry fixou os olhos na janela, por onde passavam rapidamente paisagens como plantações e rebanhos, características da região agrária onde estavam, mas não registrou-as. Estava novamente taciturno e distante, concentrado no próximo passo, ( talvez um dos mais dolorosos ), de sua missão. Estavam a caminho de sua cidade natal, a caminho de sua casa - a casa onde seus pais morreram – e do cemitério onde estavam enterrados. O que exatamente o atraía até ali neste momento da vida ele ainda não tinha certeza. Mas, desde a morte de Dumbledore, tinha urgência de conhecer aqueles lugares e sabia ser importante que o fizesse.
O ônibus diminuiu a velocidade e entrou no pequeno vilarejo, estacionando. O motorista baixinho , de olhar elétrico, que os levara até ali desde Londres, levantou-se, espreguiçando, e olhou para os três.
- É a parada de vocês, meninos.
Eles desceram e seguiram atrás do homem até o bagageiro, onde as três mochilas mágicas, presentes de Fred e Jorge, estavam guardadas. Depois de entregar-lhes a bagagem, o motorista encarou os três e disse, em uma voz onde se percebia curiosidade e preocupação:
- Mas o que jovens como vocês querem por aqui? É uma vila quase sem vida, com nada de interessante a não ser a má reputação... Pra falar a verdade, são os primeiros passageiros em muito tempo que deixo aqui...
Harry o interrompeu:
- O que quer dizer com “má reputação”?
- Bom, você vê... Há uns quinze ou dezesseis anos houve um assassinato brutal aqui. Coisa feia... Duas pessoas, casa destruída, nunca descobriram o assassino, ... ou assassinos, sei lá!
Harry respirou fundo, atingido pelas palavras. Hermione, colocando a mão em seu ombro, assumiu a conversa.
- Infelizmente, assassinatos ocorrem em todo lugar. A má reputação não é por isso, é?
- Não, não. É que até hoje, pessoas daqui juram ver vultos e ouvir sussurros estranhos naquele lugar. Parece que ninguém chega perto. Acreditam que sejam os fantasmas do casal morto. Bom, já estou fora do horário! Tem certeza que vão ficar aqui? – Pediu, os olhos elétricos meio temerosos.
- Sim, temos. – Respondeu Mione.
- O.k. Devo passar por aqui de volta depois de amanhã, ao meio dia. Se quiserem retornar...
Despediu-se com um aceno, entrou apressado no ônibus e partiu, deixando os garotos parados na rua deserta. Harry olhou em volta, assimilando que era ali que tinha nascido, ali que seus pais viveram e morreram. A rua estreita e curta tinha uma mercearia, um posto telefônico, uma loja de roupas, algumas casas e o que pareceu ser um restaurante/café/sorveteria. Tudo aparentemente vazio, porém, a limpeza da rua e os jardins bem cuidados das pequenas casas denotavam habitação contínua. Eram visíveis outras poucas casas nas ruas laterais.
- E agora? – Perguntou Rony, olhando para o silencioso amigo.
- Vamos até o restaurante. Deve haver gente lá, podemos pedir se há um hotel ou pensão por aqui. Depois achamos minha casa...
- Ótimo. – Arrematou Hermione – Precisamos comer também.
O pequeno restaurante contava com uma dezena de fregueses silenciosos, a maioria parecendo confortavelmente entediados. A entrada do trio causou repentina sensação, e eles caminharam sob o olhar curioso dos presentes até o balcão. O homem forte que lavava copos, de costas para a porta, olhou para eles pelo grande espelho na parede a sua frente e congelou ao encarar Harry.
- TIAGO!!!!!
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Harry Potter E O Último Horcrux
quinta-feira, 11 de março de 2010
Trailer de Eclipse Legendado!!!
Oii! A Summit liberou o trailer de Eclipse, da Saga Crepúsculo, e aqui está ele, em HD!!! A estreia mundial de Eclipse será no dia 30 de junho! Vejaam só o trailer:
Legendas: www.foforks.com.br
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quarta-feira, 10 de março de 2010
Diários do Vampiro: A Fúria
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The Vampire Diaries
Help I'm Alive - Vampire Diaries Soundtrack
Letra:
I tremble
They're gonna eat me alive
If I stumble
They're gonna eat me alive
Can you hear my heart beating like a hammer?
Beating like a hammer
Help, I'm alive
My heart keeps beating like a hammer
Hard to be soft
Tough to be tender
Come take my pulse, the pace is on a runaway train
Help, I'm alive
My heart keeps beating like a hammer
Beating like a hammer
If we're still alive
My regrets are few
If my life is mine
What shouldn't I do?
I get wherever I'm going
I get whatever I need
While my blood`s still flowing
And my heart still beating like a hammer
Beating like a hammer
Help, I'm alive
My heart keeps beating like a hammer
Hard to be soft
Tough to be tender
Come take my pulse, the pace is on a runaway train
Help, I'm alive
My heart keeps beating like a hammer
Beating like a hammer
If we're still alive
My regrets are few
If my life is mine
What shouldn't I do?
I get wherever I'm going
I get whatever I need
While my blood`s still flowing
and my heart still beating like a hammer
Beating like a hammer [3x]
Help, I'm alive
my heart keeps beating like a hammer
fonte: www.vagalume.com.br
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domingo, 7 de março de 2010
Everybody's Girl - Jennifer Lopez
Olha só, gentee! Eu vicieii nessa música, e esperoo que vocês tambéém gostem! ;D
(Verse 1:)
Let's play a game
Let's just pretend like you don't know who I am
Believe it if you say that you're not a fan
Act like I'm interested in some other man, the man,
the man
Turn on the lights
So that the cameras flashing won't be so bright
And like the crowd ain't getting big outside
They're wanting details on how I live my life, my
life, my life
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
(Verse 2:)
Out through the back
Too many people blocking the front door
We go our different ways so we want more
Another gig i got in until four
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
(Bridge:)
I love it, I love it
Cool as summercool
I'm flying and I love it
She just wants to be seen
Can you hang to a shooting star
Handle distance near and far
Don't let the jealousy and envy get to you
Cause I'll be running home back to you
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
fonte: www.vagalume.com.br
Letra:
(Verse 1:)
Let's play a game
Let's just pretend like you don't know who I am
Believe it if you say that you're not a fan
Act like I'm interested in some other man, the man,
the man
Turn on the lights
So that the cameras flashing won't be so bright
And like the crowd ain't getting big outside
They're wanting details on how I live my life, my
life, my life
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
(Verse 2:)
Out through the back
Too many people blocking the front door
We go our different ways so we want more
Another gig i got in until four
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
(Bridge:)
I love it, I love it
Cool as summercool
I'm flying and I love it
She just wants to be seen
Can you hang to a shooting star
Handle distance near and far
Don't let the jealousy and envy get to you
Cause I'll be running home back to you
(Pre-chorus:)
There's no escape from the fame
To somewhere they don't know my name
I love you I do feel your pain
But the question still remain
(Chorus:)
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love somebody loved by everybody?
Can you love somebody when they're everybody's girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
Can you love her, can you love her, can you love her?
Can you love the, can you love the, can you love the girl?
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Música
Sol Poente - Capítulo 05: Problema Técnico
Ninguém sabe disso. Sabe, aquilo não foi algo muito... Certo. Ir a casa dela, a tal da Bella. Ela mora sozinha, com o pai, nada de cães, o que facilitava minha “visita”. Bom, a casa dela não é grande, mas é bonita, bem arrumada. Fui as quatro horas da manhã, enquanto ela ainda estava dormindo. Ela é estranha - fala enquanto dorme.
Olhei para o despertador: ela acordaria exatamente as seis da manhã. Eu fui relativamente rápida... Mas aconteceram imprevistos. Depois de confirmar o que eu já sabia - que ela não tinha nenhuma roupa que não parecesse velha. Aliás, todas eram velhas. E feias. Que era organizada demais. Que não tinha diário. E que a mãe perdeu o carregador do celular, porque ela tinha um bilhete que dizia “compra carregador para a mamãe”. E quem quer que seja que tenha arrumado aquele quarto... Nunca teve noções de que “verde não combina com amarelo” Enfim, eu vi tudo o que queria, escutei o que falava dormindo, pensamentos sem graça alguma sobre Edward, e estava pronta para sair. Mas quando saia pela janela, chutei a luminária, que acabou por cair, o que acordou ambos os moradores da casa. A garota fez um movimento para acender o abajur, e assim eu me coloquei debaixo da cama. E ali fiquei, esperando que ela voltasse a dormir, mas isso não aconteceu.
-Nossa, como isso caiu? Charlie deve ter acordado. Vou fechar a janela. Será que aquele animal entrou? Vou ver se esta na casa.
Ela não somente fechou a janela, como trancou-a. E levou a chave consigo. Foi fazer a sua vistoria na casa. E então eu teria que esperar. Mas mal Bella saiu, eu vi o objeto que derrubara, e não me controlei, realmente gritando:
-Que luminária horrível!!! Como alguém comprou isso?- Eu gritei, mas não esperava resposta.
-Eu achei que tinha gostado. E ela é boa para os estudos... Por que não disse que não tinha gostado? Espere... Foi ela que caiu? Quebrou? Talvez eu saiba consertar... Vou até aí ver.
-Papai? Por que ir no meu quarto? Com quem está falando? Acho que ela quebrou sim... Quer uma ajuda?
-Estou falando contigo, é claro. Mas onde você está? Eu gostaria que você viesse... Mas não é nada grave... Mas por favor, traga novas pilhas. As antigas saíram pela janela.
Comecei a ficar um tanto quanto nervosa. Especialmente quando ouvi os passos dele, e o barulho dela tropeçando pela escada. Até que ela se cortou com a embalagem das pilhas. O pai dela foi vê- la. Mas quando chegaram a conclusão de que estava bem, retomaram seu rumo. Sentiram o cheiro forte do meu perfume, e começaram a procurar alguém que arrombara a casa. Mas meu silêncio foi tão perfeito que acharam que se algum ser havia estado ali, não tardara em sair. Mas enquanto Charlie fora dormir, ela foi fazer os deveres de casa que tinha esquecido. Desativou o despertador. E eu fiquei ali debaixo da cama. As oito ela percebeu que estava atrasada, e se lembrou de ter colocado a mochila debaixo da cama. Não tive reação. Eu somente fiquei paralisada. Ela, na pressa mesmo vendo que tocara em algo gelado, saiu correndo.
Foi só então, depois da casa ficar vazia, que eu pude sair. Tive que ter muito cuidado, uma vez que todas as janelas estavam trancadas, e saí pela porta da frente. Assim, acabei por não ir a aula, e saí pelo dia e pela noite, para evitar comentários e perguntas que prefiria não responder. Mas a minha semana não foi fácil. A próxima besteira de Edward nos colocaria ainda mais em risco. E essa não seria uma das garotas que ele iria beber o sangue.
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terça-feira, 2 de março de 2010
Lua Dourada - Capítulo 4: História
"Tudo começou com um outro vampiro, chamado Benito. - contava Maria, pausadamente - Da primeira vez que qualquer um ouvia falar nele, logo lembravam de que ele tinha vindo de algum lugar ao norte de Dallas, e havia massacrado outros dois grupos pequenos de nossa espécie. Esses dois grupos estavam dividindo uma área aqui perto, quase em Houston. Logo, mais precisamente duas noites depois, Benito dirigiu-se para Monterrey, no norte do México, e encontrou um clã muito mais forte que controlava a área. Guerreou com eles, e novamente venceu. Mas ele não havia vencido sozinho. Ele havia criado um exército de recém-criados, assim como o nosso, e, como ele foi o primeiro a pensar nisso, no início era difícil de parar. Logo reuniu um exército.
" Os vampiros jovens são muito selvagens, voléteis e quase impossíveis de controlar. Até é possível "educar" um recém-criado, mas dez, quinze, vinte, é praticamente impossível, e isso fez com que Benito criasse muito mais deles, para repô-los. Uso o termo repô-los pois é exatamente isso que quero dizer: seus novos vampiros se viravam uns contra os outros de uma forma que ele não podia mais parar de criá-los. Ainda mais depois das guerras, que mesmo vencendo, metade do seu exército era exterminado antes da luta acabar.
" Isso acontecia pois os recém-criados, apesar de serem muito mais fortes e perigosos que os vampiros velhos, são muito previsíveis, pois usam muio os extintos. Um vampiro mais velho, se não tiver conhecimento disso, pode ser facilmente destruído por sua força descomunal, que dura no máximo um ano e meio. Geralmente, têm apenas ferocidade e força bruta. No caso de Benito, tinham também maior número.
Quando Maria disse isso fiquei imaginando se esse nosso exército chegaria a esse ponto. Será que Maria estaria apenas nos usando como marionetes, assim como Benito fazia com seus recém-criados? Será que ela nos deixaria se estivéssemos perdendo uma guerra para criar um outro exército mais forte? Fiquei me questionando até ela prosseguir com a história:
" Quando os clãs do sul do México perceberam o que estava indo na sua direção, fizeram a única coisa que podiam para enfrentar Benito. Eles usaram a mesma estratégia que ela. Eles mesmos criaram seus próprios exércitos...
Eu estava tentando imaginar lutas entre vampiros: só acabariam quando um morreria, pois nós não nos cansamos, temos uma força surpreendente e alguns tem até poderes...
"Nós imortais temos nossas próprias histórias, e essa nunca será esquecida. Os que mais tiveram perdas forma os seres humanos, que além de servirem de alimento para centenas de vampiros recém-criados, muitos deles também eram tranformados em vampiros para substituir os destruídos. Os humanos acreditam que as mortes daquela época aconteceram por causa de uma epidemia muito forte, que deixava o corpo das pessoas sem sangue. Quando essa "epidemia" tomou proporções enormes, os Volturi interviram.
- Quem eram os Volturi? - finalmente perguntei, interrompendo Maria.
- A pergunta certa a se fazer é "quem são os Volturi?". Eles são um clã de vampiros italianos que acham que mandam nos outros vampiros. Acham que são da realeza, e seu exército de vampiros é especial. Raramente trabalham com recém-criados, preferem muito mais vampiros experientes, e o mais importante: um poder. Assim como você, Jasper. Você tem um poder que eles cobiçariam. - Maria disse meu nome com uma espécie de orgulho, sentimento que eu sentia nela desde quando a conheci.
" Voltando a história, - continuou ela - os Volturi vieram para cá, e trouxeram toda a guarda, acabando com os recém-criados da metade de cima da América do Norte. Quando soube dos Volturi, Benito escondeu-se em Puebla, e construiu seu exército o mais rápido que podia para conquistar seu maior prêmio: a Cidade do México. Logo os Volturi deram cabo dele, e depois passaram para o resto. Qualquer vampiro que fosse encontrado na companhia de recém-criados era imediatamente executado junto com eles. Como todos estavam criando vampiros como Benito para proteger-se dele, o México ficou quase vazio de vampiros durante algum tempo. Também haviam poucos humanos, devo dizer.
" Os Volturi ficaram realizando essa limpeza por quase um ano, um acontecimento de nossa história que também deve ser lembrado, mesmo com poucas testemunhas sobreviventes para contar como foi. - Mal sabia eu que algum tempo depois dessa conversa eu teria o privilégio de falar com uma dessas testemunhas. Isso foi suficiente para impedir que a febre de conquista não se espalhasse pelo sul.
" Mas quando os Volturi retornaram para a Itália, não demorou para que os grupos começassem as disputas novamente. Muitos caiam na tentação de criar mais vampiros para conseguirem "áreas de pasto". Como os Volturi ainda não haviam sido totalmente esquecidos, dessa vez os criadores foram mais cuidadosos: os futuros vampiros eram escolhidos a dedo entre os humanos, e foi assim que encontramos você, Jasper. Esse meu plano nunca falhará como aconteceu com o de Benito, pois nós estamos treinando nossos recém-criados com grande eficiência, e isso não será motivo para os Volturi voltarem. Confie em mim, Jasper.
Eu queria poder fazer isso, pensei.
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