Diretora de ‘Crepúsculo’ fala ao Globo sobre lançamento do DVD e da sequência ‘Lua nova’ | por André Miranda
Em 2008, três mulheres formaram a santíssima trindade para os fãs do vampiro Edward e da humana Bella, o casal mais famoso da cultura pop contemporânea. A “mãe” foi a escritora Stephenie Meyer, a americana mórmon que criou a envolvente trama da série de livros “Crepúsculo”, cujo quarto e último volume, “Amanhecer”, acaba de ser lançado no Brasil pela editora Intrínseca e já ocupa o primeiro lugar na lista dos mais vendidos. A “filha” foi a jovem Kristen Stewart, a atriz que deu vida à Bella no filme “Crepúsculo”, um sucesso de bilheteria que chega agora ao formato de DVD, via Paris Filmes, e cuja continuação, “Lua nova”, está programada para estrear em novembro. Já o “espírito santo” foi justamente aquela responsável por fazer com que as outras duas se encontrassem com harmonia: a cineasta Catherine Hardwicke.
- Quando a gente começou a preparar o projeto, “Crepúsculo” ainda não era um estouro. Nem sabíamos se o filme iria dar certo – contou Catherine, por telefone, ao GLOBO.
O filme não apenas deu certo, como ajudou a espalhar pelo mundo a fama dos livros de Stephenie. A franquia “Crepúsculo” se tornou uma sensação ao estilo de Harry Potter, em que personagens comuns se veem inseridos num ambiente de fantasia. Provavelmente todo mundo já conhece o mote da trama, mas não custa explicar de novo: uma estudante e um vampiro se apaixonam e ficam naquele reme-reme típico de adolescentes para saber se uma relação tão perigosa pode ir adiante.
Mas isso foi apenas no primeiro livro da série. Depois, Edward disputou o amor de Bella com um lobisomem, eles enfrentaram um bando de vampiros malvados (parecidos com aqueles dos filmes do John Carpenter), as sociedades humanas e vampíricas foram se acostumando com a ideia da união de dois de seus filhos, até chegar ao desfecho da série, nas quase 600 páginas de “Amanhecer”.
- O livro tem aquele tipo de rapaz perfeito por quem todas as garotas se apaixonam. E ele acaba se apaixonando por uma garota normal. As meninas terminam de ler e dizem: “Poderia ser eu”. É a fantasia de se envolver com o cara mais bonito do mundo. E a história é construída em cima de sugestões. Em vez de haver sexo, a dúvida é saber se eles vão se beijar ou não. Esse jogo de paquera é muito excitante. E tudo isso ocorre dentro de um ambiente de perigo – diz Catherine.
A cineasta começou a ter contato com o universo de “Crepúsculo” em janeiro de 2007, quando recebeu um roteiro baseado no primeiro livro de Stephenie, publicado um ano e meio antes. Catherine odiou o script, mas acabou se animando para ler o livro. A história de Bella e Edward a conquistou de tal forma que ela procurou o Summit, estúdio que havia comprado os direitos de filmagem da série, para sugerir que o roteiro fosse reescrito.
- Aquele primeiro roteiro que eles estavam desenvolvendo se parecia mais com “As panteras”. Havia jet skies, viagens para vários lugares, agentes do FBI . Bella era uma aspirante a estrela do colégio, em vez de uma garota normal. Era muito diferente do livro – diz.
Catherine sabia bem do que estava falando. A faixa etária da maioria dos personagens de “Crepúsculo” é a especialidade de uma cineasta que se destacou por fazer filmes com um toque autoral visando um público que Hollywood normalmente considera acéfalo: adolescentes e jovens adultos. São dela, por exemplo, os bem-sucedidos “Aos treze” (2003) e “Os reis de Dogtown” (2005).
- Quando eu faço filmes sobre jovens, eu quero que eles sejam autênticos e reais. É preciso ouvi-los, para entender suas vidas, saber o que eles gostam e como se sentem – explica ela. – Eu amo os anos da adolescência. É a época em que ocorrem as mudanças mais loucas e radicais da vida de alguém. De repente você ganha uma barba, ganha seios, você beija uma garota, beija um cara, você pode dirigir um carro, pode ficar bêbado. São muitas possibilidades.
Outra diferença no trabalho de Catherine é seu envolvimento com os projetos. Isso fica claro no DVD de “Crepúsculo” que, entre os extras, traz videoclipes dirigidos por ela com os atores. A diretora também usou as informações que ela própria juntava num diário durante a produção para lançar um lindíssimo livro, em que a elaboração do filme é analisada – a obra será publicada no Brasil ainda este ano, novamente pela editora Intrínseca.
Ainda por conta de seu envolvimento com o trabalho é que Catherine não seguiu em frente como diretora do segundo filme da série. Ela própria explica o que motivou o estúdio a chamar Chris Weitz para assumir “Lua nova”:
- Eu tive quase um ano e meio para fazer o “Crepúsculo”. Mas o pessoal do estúdio me disse que o lançamento em 21 de novembro de 2008 havia sido tão bom que eles queriam repetir a mesma data em 2009. Só que assim eu teria menos tempo, seriam apenas dez semanas do fim da turnê de lançamento de um até o início das filmagens do outro. Para topar fazer um segundo filme, eu queria que o resultado fosse superior ao primeiro, não queria fazer de qualquer maneira. Então achei melhor deixar outra pessoa tentar – diz ela, antes de revelar que assistiu ao trailer de “Lua nova”, que já circula na internet. – O que eu achei dele? Hum… Sem comentários.
Próximo trabalho será adaptação de “Hamlet”
Ter deixado “Crepúsculo” para trás, porém, não significa que Catherine não quer mais saber de obras literárias com elementos fantásticos. Evitando uma comparação de qualidade que seria ingrata para Stephenie Meyer, a diretora se prepara para dirigir uma adaptação contemporânea de “Hamlet”, de William Shakespeare, com o jovem Emile Hirsch no papel título.
- Teremos os diálogos originais de Shakespeare, mas reduzidos. Vai funcionar assim: quatro dias depois que o pai de Hamlet morre, oito pessoas estarão mortas. Na original, oito pessoas também morrem. É um thriller psicológico: o pai morre, aí aparece um fantasma que assombra Hamlet para que ele assassine o tio. É assustador. Vamos usar também muitas músicas – diz ela.
E se os deuses do Olimpo estivessem vivos em pleno século XXI? E se eles ainda se apaixonassem por mortais e tivessem filhos que pudessem se tornar heróis? Segundo a lenda da Antiguidade, a maior parte deles, marcados pelo destino, dificilmente passa da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
Percy Jackson está para ser expulso do colégio interno... de novo. É a sexta vez que isso acontece. Aos 12 anos, esta é apenas uma das ameaças que pairam sobre esse garoto, além dos efeitos da síndrome de déficit de atenção, da dislexia... e das criaturas fantásticas e deuses do Monte Olimpo, que, ultimamente, parecem estar saindo dos livros de mitologia grega do colégio para a realidade. E, ao que tudo indica, estão aborrecidos com ele.
Vários acidentes e revelações inexplicáveis afastam Percy de Nova York, sua cidade, e o lançam em um campo de treinamento muito especial, onde é orientado para enfrentar uma missão que envolve humanos diferentes - metade deuses, metade homens -, além de seres mitológicos. O raio-mestre de Zeus fora roubado, e é Percy quem deve resgatá-lo.
Com a ajuda de novos amigos - um sátiro e a filha de uma deusa - Percy tem dez dias para reaver o instrumento de Zeus, que representa a destruição original, e restabelecer a paz no Olimpo. Para fazer isso, precisará fazer mais do que capturar um ladrão. Terá de encarar o pai que o abandonou, resolver um enigma proposto pelo Oráculo e desvendar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.
Dados técnicos:
Título original: The Lighting Thief
Tradutor: Ricardo Gouveia
Editora: Intrínseca
Ano de Publicação: 2008 (Brasil)
Nº de Páginas: 387
Prêmios:
Livro Notável de 2005 do The New York Times
Best-seller Juvenil da Publishers Weekly
Melhor Livro do Ano da School Library Journal
Melhor Livro do Ano da revista Child
Livro Notável da American Library Association
Melhor Livro Juvenil da American Library Association
Críticas:
“Tem um ritmo perfeito, com momentos eletrizantes seguindo-se uns aos outros como batimentos cardíacos, e um mistério atrás do outro."
The New York Times
“Uma fábula de heroísmo no compasso de uma missão desenfreada, questionando a realidade de nosso mundo, a família, a amizade e a lealdade."
Kirkus Review
“Uma aventura moderna que levará os leitores a ansiar pela próxima ação do protagonista."
School Library Journal
“Repleto de bem-humoradas alusões à mitologia grega junto com seqüências de tirar o fôlego, este livro é realmente brilhante."
ERA UMA VEZ UM GATO. ELE SE CHAMAVA SR. GATO.O SR. GATO ERA UM GATO.UM GATO CHAMADO SR. GATO. O GATO SR. GATO ERA UM GATO CHAMADO SR.GATO. O SOBRENOME DO SR. GATO ERA GATO. LOGO ELE ERA COM CERTEZA UM GATO. UM GATO CHAMADO SR.GATO GATO.
ERA UMA VEZ UMA GATA.ELA SE CHAMAVA SRA. GATA. A SRA. GATA ERA UMA GATA. UMA GATA CHAMADA SRA. GATA. A SRA. GATA ERA UMA GATA CHAMADA SRA. GATA. O SOBRENOME DA SRA. GATA ERA GATA. LOGO ELA ERA COM CERTEZA UMA GATA. UMA GATA CHAMADA SRA. GATA GATA.
O SR. GATO GATO ERA UM GATO. A SRA. GATA GATA ERA UMA GATA. O SR. GATO GATO ERA UM GATO E A SRA. GATA GATA ERA UMA GATA. O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA ERAM GATOS. OS DOIS GATOS ERAM GATOS.
UM DIA O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA FORAM ATROPELADOS POR UM CAMINHÃO.
O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA MORRERAM.
UM OUTRO GATO ATROPELOU O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA
ENTÃO OS DONOS DO SR. GATO GATO E AS DONAS DA SRA. GATA GATA SE UNIRAM PARA MATAR O DONO DO GATO QUE ATROPELOU O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA. O DONO DO GATO QUE ATROPELOU O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA MORREU. ENTÃO O GATO QUE ATROPELOU O SR. GATO GATO E A SRA. GATA GATA FICOU SEM CASA. NO INVERNO FRIO. E MORREU DE HIPOTERMIA.
Este é o primeiro trailer de "O Ladrão de Raios", da série Percy Jackson & Os Olimpianos. Escrita por Rick Riordan, já foram lançados no Brasil o primeiro e o segundo livros da série, de um total de cinco livros. O filme do primeiro livro tem previsão para estrear nos cinemas em fevereiro de 2010, nos EUA. Veja o trailer:
E aí? Gostaram?
Uma dica: leiam os livros, que são tão bons quanto Harry Potter e Crepúsculo!!!
1, 2, 3 Go... Ciara... Sex... Ciara... Here we go, talk to 'em...
[Ciara] Ya touch is so magic to me Stangest things can happen The way that you react to me I wanna do something you can't imagine Imagine, if it was a million me's talking sexy to ya like that Ya think ya can handle, boy if I give you my sleaze And I need you to push it right back
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[Ciara & Justin Timberlake] All night showing, just you in the crowd Doin' tricks you never seen... And I bet that I can make ya believe In love and sex and magic So let me drive my body around ya I bet you know what I mean Cause you know that I can make you believe In love and sex and magic
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[Ciara] Baby show me, show me, What's your favorite trick that you wanna use on me And I'll volunteer... And I'll be flowing, and going to go the distant place And nothing but shoes on me Ohh baby..
[Ciara & Justin Timberlake] All night showing, just you in the crowd Doin' tricks you never seen... And I bet that I can make ya believe In love and sex and magic So let me drive my body around ya I bet you know what I mean Cause you know that I can make you believe In love and sex and magic
This is the part where we fall in love (Ohh, suga..) Let's slow it down, so we fall in love (Ohh...) But don't stop when you give it to me Ciara...
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